Na zona balnear para onde eu ia nas férias do verão, há uma vila piscatória, e onde muita gente ainda se dedica à pesca tradicional, naqueles barcos relativamente pequenos, em que as redes são depois puxadas por tractores. Alguns barcos, os mais pequenos, eles deixam-nos na praia, virados com o casco para cima.
Havia antigamente, um bar de praia, que passava muito reggae e onde era muito agradável beber um copo ou outro. Uma dessas noites, em que fui beber umas cervejas com uma namorada minha, começámos a ficar verdadeiramente quentinhos, em vários sentidos...
Resolvemos fazer amor ali mesmo, na praia..
Naquele ano, aquela zona esteve tremendamente concorrida, devido à farta publicidade que se fez àquelas praias na comunicação social.
A praia tinha muitos grupos, haviam até algumas fogueiras acesas, e como não encontrávamos um lugar que oferecesse uma relativa segurança, fomos andando ao longo da costa á procura de um sítio conveniente. Chegámos a essa praia de pescadores, e havia no local um barco com a carapaça virada para cima, apesar de não se ver ninguém na praia, estava lua cheia, e com o movimento que havia por todo o lado naquela zona, fiquei receoso que nos apanhassem em flagrante a fazer o acto maravilhoso do amor..
Resolvi que nos íamos enfiar debaixo do barco, e assim o fizémos. Durante um pouco de tempo, beijámo-nos e acariciámo-nos,.. entretanto, coloquei-lhe a mão por dentro das calças, cuja berguilha ela já havia aberto e o botão desapertado, massagei-lhe o clitóris ora com uma massagem circular ora para um lado e para o outro, e quando percebi que já tinha a ratinha molhadinha, enfiava-lhe um dedo lá dentro apenas até ao segundo nó, e tirava o dedo, arrastando os sucos vaginais até ao clitóris, para o voltar a massajar, esfregava-lhe também o dedo na vertical, apanhando-lhe o clitóris, e os lábios, fazendo pressão para baixo para os dedos roçarem na porta da coninha, e mais uma vez arrastava os sucos até ao clit. Intercalava estes movimentos todos, até que ela começou a ficar muito ofegante e arquejar o corpo; durante algum tempo, judiei com ela desta forma, deixando-a bem quentinha e molhadinha.. Ela já não aguentava mais, e pediu-me, vem, come-me, anda, anda, eu quero-te cá dentro..
Montei-me em cima dela e penetrei-a. Estava de facto bem molhadinha, entrou sem dificuldade nem travões, e fizémos um amor pausado mas intenso, com penetrações prolongadas. Ela veio-se várias vezes, não as contei, e é difícil contar..
Cheguei ao ponto de ebulição, tinha de ejacular...
Saí de dentro dela, e de gatas, desviei-me para o lado direito passando por cima da perna dela, e vim-me, não foi uma litrada de leite, mas foi bastante, sei disto, porque apesar de estar às escuras, tenho mais ou menos a noção de quanto esperma me passa pelo canal peniano, ejaculei na areia...
No dia seguinte, se alguém ali se deitou a apanhar banhos de sol, de certeza que passou o dia a cheirar marisco... Hahahahaha
Gosta mesmo de fazer amor ao ar livre hein? Parece bom!
ResponderEliminarAdoro!! É óptimo!!!
ResponderEliminar